A Ribeira de Muge fica situada na orla de um dos maiores desertos humanos de Portugal, a floresta de Entre-Muge-e-Sorraia. Esta região pode exibir ainda hoje uma cultura com traços característicos muito próprios, mormente a rude cultura dos pastores, cabreiros e dos negros que aqui habitaram. São estas especificidades que a Academia persegue, "subindo ao povo", como nos diz o grande Pedro Homem de Melo, recolhe, estuda e divulga.

sexta-feira, 4 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Casares da Ribeira de Muge - Ó-cu-ri-có-cu

Dos mais de 20 Casares recolhidos em Paço dos Negros e em Marianos, brincámos, (a Academia), no dia 20, com meia dúzia deles. Uma caraceterística atravessa grande parte deles: São músicas, cantigas e modas, que por vezes dançavam, mas às quais anulam o refrão, de modo a adaptar a cantiga ao local, o canteiro de arroz, e à função, dando-lhe novas letras, nomear todas as mulheres sem perder muito tempo.
Esta parece bem rude, aos olhos de quem não conhece a simplicidade com que as mulheres da ribeira de Muge viam a vida.

Ó-cu-ri-có-cu

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Academia da Ribeira de Muge - Os trajes

Jovens camponeses em dia de festa. Anos 20. Gagos.

Trajes das recolhas da Academia.

Casares da Ribeira de Muge - Toma lá carário



Um Casar bem rude na linguagem, bem próprio desta região da Ribeira de Muge, na fronteira com uma terra de pastores e cabreiros, o "maior deserto humano de Portugal".
Toma lá carário